As minhas viagens

Dublin e a Guiness: Um peixe a andar de bicicleta?

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Dublin Maio 2015

Sempre tive alguma curiosidade em conhecer a Irlanda…

Terra cheia de lendas e personagens místicas, como o famoso duende Leprechaun (que pode conceder até 3 desejos).

A Irlanda é um país outrora habitado por povos celtas que ainda mantém muitas das suas raízes e costumes. Prova disso é que tem duas línguas oficiais: o inglês e o gaélico (idioma falado pelos celtas).
A capital que visitei foi Dublin (ou Baile Atha Cliath, em gaélico).

Nota-se logo que estamos numa cidade com um estilo completamente diferente de tantas outras capitais europeias: casinhas muito típicas com portas de várias cores e não se vêm muitos prédios altos.

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Apesar de ser a capital não é uma cidade muito grande. Mas o maior problema da Irlanda é que chove constantemente…  Eu até tive muita sorte! Não só apanhei pouca chuva como ainda vi o sol mais do que uma vez!

Por ser uma cidade tão chuvosa é que me admirei de ver muita gente a andar de bicicleta. Talvez o facto de ser uma cidade plana também ajude… mais difícil seria subir o bairro alto ou alfama todos os dias.

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As pessoas são muito simpáticas!

Falam muito e com uma pronuncia de inglês que poderia ser o equivalente ao chamado “açoriano”. É preciso estar com muita atenção para perceber tudo!

Felizmente têm uma boa disposição contagiante e o seu passatempo preferido parece ser estar nos pubs e beber pints (copos de cerca de meio litro de cerveja) de qualquer tipo ou então sidra.

 

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É como que um desporto nacional. O que até se entende: para onde poderiam as pessoas ir divertir-se se chove tanto?

Assim sendo, um dos sítios que tive de visitar obrigatoriamente foi a fábrica da Guinness, a cerveja preta mais típica da Irlanda e a mais conhecida internacionalmente.

De facto, confesso que gostei bastante desta cerveja que é quase uma refeição, devido à sua espessura.

 

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E a fábrica tenha coisas muito giras para ver, de facto!

E depois até fui apanhada de surpresa com isto!

 

Também palmilhei a cidade a pé, aproveitando o bom tempo.

Conheci as duas margens do seu rio Liffey e vi muitas igrejas, quase tantas como pubs.

Aliás, entrei mesmo numa antiga igreja que agora é… um pub!

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Um dos bairros mais típicos é, sem dúvida, Temple Bar.

Bairro boémio, onde existem sempre pessoas a cantar ou tocar nas suas ruas (normalmente acompanhadas por público em estado mais ou menos ébrio).

Completam o cenário muitos pubs e restaurantes, muita côr e gente nas ruas.

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Tive ainda tempo de dar uma volta de carro para sair do centro da cidade e conhecer uma pequena vila chamada Howth.

Esta vila é famosa porque se podem avistar baleias (se tivermos sorte) e pelo seu peixe e marisco.

Era realmente uma vila pequena mas muito carismática.

E cheguei mesmo a ir à praia (mas não no sentido de apanhar banhos de sol e meter-me na água).

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Por último não poderia deixar de referir que tive de ignorar o fator “calorias” e deliciar-me com o, também famoso, Irish breakfast…

Consiste em começar o dia com um pequeno almoço bem consistente: ovos, batatas, bacon, salcichas, tomate e “white and black pudding”, um género de enchidos típicos da irlanda. Para beber, café com leite e sumo de laranja. Digamos que depois disto, não senti necessidade de almoçar.

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Felizmente foram apenas 3 dias, o suficiente para visitar o mais importante de Dublin sem chegar a rebolar ao aeroporto de Lisboa 🙂

Mais uma capital europeia percorrida e uma maior e mais rica visão do mundo.

Adorei! Venha a próxima !!!

 

 

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