Obrigada por me lembrares disto!

Obrigada por me lembrares disto! – p.18 – Quando o mais importante vai ficando para depois…

pais queridos

Porque é que tendemos a aceitar as pessoas mais importantes das nossas vidas como um dado adquirido?

É verdade… os meus pais são ainda jovens, felizmente saudáveis (por enquanto, e que assim se mantenham durante muito tempo), e na azáfama do dia-a-dia vai sempre ficando para depois aquela visita, aquele telefonema, aquela conversa…

Vou-me lembrando de ligar a dizer que os amo ou tenho saudades. Mas não tantas vezes quanto gostaria e deveria…

Obrigada Maria Alice por me lembrares disto! 🙂

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